Pessoas que valorizam tempo ao dinheiro são mais felizes, diz estudo

Uma equipe da Universidade da Califórnia em Los Angeles e da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, ambas nos EUA, conduziu uma série de experimentos em mais de 4.400 indivíduos.

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Publicado em: 01/07/2016

Dinheiro não é tudo nessa vida, mas certamente é necessário. No entanto, a ciência tem descoberto algumas ligações interessantes entre grana e felicidade. Por exemplo, um estudo concluiu que o dinheiro traz mais alegria quando é usado em experiências, como viagens, ao invés de bens materiais, como roupas.

Agora, uma nova pesquisa relatou que as pessoas que valorizam tempo ao dinheiro também tendem a ser mais felizes.

Uma equipe da Universidade da Califórnia em Los Angeles e da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, ambas nos EUA, conduziu uma série de experimentos em mais de 4.400 indivíduos.

Eles queriam estudar como o tempo afetava os resultados sobre dinheiro, e também como a felicidade era vista através da lente do que as pessoas ainda querem, não apenas do que já têm.

Tempo e dinheiro

Segundo os cientistas, dois terços dos indivíduos disseram que preferiam mais dinheiro do que mais tempo.

No entanto, a escolha de mais tempo foi associada com maior felicidade, mesmo após o controle para níveis existentes de tempo e dinheiro.

Mas será que o argumento de correlação-causalidade pode ser aplicado nos resultados? Ou seja, talvez as pessoas que querem mais tempo já tenham dinheiro suficiente? Nesse caso, a felicidade seria menos uma função de querer tempo, e mais uma função de ter dinheiro.

Hal Hershfield, um dos principais autores do estudo, aponta que sua equipe fez o controle para a quantidade de dinheiro que as pessoas já tinham, e viram o mesmo efeito.

Em outras palavras, ao controlar estatisticamente para níveis de riqueza existentes, escolher tempo sobre dinheiro continuou tendo um efeito positivo sobre a felicidade para além da riqueza, embora essa possibilidade não possa ser descartada completamente. 

Fonte: Hypescience

Edição: A.N.

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